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O vale do Amanhecer em Cachoeiro de Itapemirim, esta localizado, na Rua Isaias Martins S/N, bairro Campo

Leopoldina.

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quarta-feira, 26 de março de 2014

O apará

 O fenômeno da incorporação

A Palavra médium em latim significa “meio”, somos um meio para que algo aconteça, não somos nem o principio e nem o fim, a mediunidade não é uma criação de doutrina espírita, isto é da individualidade, é de cada ser. Todos somos médiuns todos temos a faculdade de sermos medianeiros entre planos, e são varias as mediunidades conhecidas, na nossa doutrina para finalidade de nossa missão temos duas mediunidades o doutrinador que nasceu na doutrina do amanhecer e já descrito neste blog. A outra é a mediunidade de incorporação já é antiga, temos relatos desde a época do reino de Salomão, no vale do amanhecer este médium é denominado  apará, este mesmo médium que já vem com sua faculdade mediúnica, já incorpora, após receber aulas, consagrações se torna o apará que é o médium em uma outra condição, pelo seu plexo iniciático.
O apará é o médium cuja tônica ectoplasmática é maior no plexo solar, na região
umbilical. Esse plexo nervoso é a maior concentração de nervos do corpo humano, um intrincado cruzamento nervoso, com ligações por todo o organismo. Pertence ao sistema autônomo, também chamado neurovegetativo, ou seja, que faz funcionar os órgãos sem a vontade, sem que se tenha consciência disso. Assim funciona a maioria dos órgãos internos e, parcialmente, outros órgãos.
         O ectoplasma, ativando o plexo solar acima da tônica normal, produz toda uma série de fenômenos, que resultam na chamada incorporação. Tais fenômenos são opostos aos da mediunidade de doutrina.
         O sangue afluindo com maior pressão nessa região, empobrece a irrigação cerebral e, com isso, amortece os principais sentidos. A força do plexo solar é transmitida aos plexos vizinhos, proporcionando um espectro amplo de ligação com os chakras.
         A emissão fluídica resultante reflete o processo nervoso da região, relativamente alheia ao processo psicológico. Nela entra muito menos a vontade do médium do que na emissão do Doutrinador.
         Isso esclarece a questão da incorporação. Tanto no Doutrinador como no Incorporador, o fenômeno básico é o mesmo, ou seja, a presença da energia ectoplasmática e a ligação com os chakras. A diferença existe, apenas, na exteriorização, na manifestação do fenômeno.
         Se o médium recebe a influência na cabeça, ele age pelo processo psicológico; se essa influência se faz no meio do corpo, ele age pelo processo fisiológico.
         A partir desse fenômeno, podemos classificar as mediunidades com o relativo isolamento de cada uma. Mas, não podemos esquecer que o que acontece numa parte do corpo reflete, automaticamente, em todo o corpo. Se acendermos uma lâmpada num aposento de uma casa, é muito difícil que os outros compartimentos permaneçam completamente escuros.
         Por estar mais próxima das funções básicas do corpo físico, a mediunidade de incorporação é de assimilação mais imediata, sendo por isso do domínio de maior número de pessoas.
         Por outro lado, ela abrange uma faixa ampla de manifestações, que vão desde a simples incorporação de espíritos sofredores até às mais complexas formas de comunicação espiritual. Talvez, pelo teor emocional, a incorporação é mais frequente no médium feminino. Já o médium Doutrinador se inclina para o racionalismo, sendo esse o provável motivo de se encontrar maior número de Doutrinadores entre os homens.
         A incorporação tem um sentido mais horizontal que a doutrina, pois esta se expande em sentido espacial.
         Por essa razão, o desenvolvimento do médium de incorporação obedece a um esquema diferente do Doutrinador.

 A mediunidade é um fator natural biológico, como os outros sentidos que temos para nosso benefício, nos é que temos que decidir que uso faremos; para o bem ou para o mal? E se não fizermos nada, esta energia que recebemos diariamente, nos deixará em desequilíbrio constante, como algo que transborda num balde que fica a receber uma gota diariamente sem uso.

Salve Deus!!

sexta-feira, 21 de março de 2014

o Doutrinador


Doutrinador
 
Na nossa Doutrina, o médium que é consciente, vigilante e racional, sem incorporar, é denominado DOUTRINADOR. Sua fita tem o símbolo - a cruz -, seu colete e sua capa têm a cruz nas costas e, no escudo, existe um sinal de divisão que indica a sua capacidade de separar objetivamente os planos vibracionais, distinguindo o que é da Terra e o que é do Céu. Sua mediunidade funciona com base no sistema nervoso central ativo, onde a vontade e a consciência predominam, assumindo o comando de seu sistema neurovegetativo. O Doutrinador corretamente mediunizado se liga a seus Mentores e se torna receptivo dessas forças superiores, tornando-se polo emissor de energias positivas, vibrações que podem ser transmitidas por suas palavras, pela aplicação das mãos, pelo olhar e até mesmo pelo simples pensamento direcionado. Diferente do doutrinador de outras correntes espiritualistas, o Doutrinador do Amanhecer tem seu plexo iniciático preparado pelo trabalho de Koatay 108, que buscou dar com sua atuação, a base científica do mediunismo utilizado em nossa Corrente, sendo, assim, a primeira passagem na Terra de uma falange de Doutrinadores encarnados com plexo iniciático. Assim, cabe ao Doutrinador, entre outras, as principais funções: estudar, apreender, interpretar e conceituar a Doutrina do Amanhecer; ter a responsabilidade de ser instrutor dos médiuns em desenvolvimento; dar assistência e manter o controle de todo e qualquer trabalho de incorporação, aprendendo a conhecer as entidades e agindo conforme a natureza daquele espírito que se apresenta; conhecer todas as Leis, sabendo abrir e encerrar os trabalhos, bem como ter capacidade para comandá-los; aplicar corretamente o passe magnético nos Aparás, após a incorporação, e nos pacientes; buscar manter o equilíbrio e a harmonia em seu redor, porque sabe que, com seu potencial mediúnico, tem condições para controlar um ambiente sem a necessidade de qualquer gesto. No primeiro dia em que comparece para iniciar seu Desenvolvimento, o médium faz um teste para verificar o tipo de mediunidade de que é portador, momento em que toda a atenção deve ser dispensada aos chegantes, pois a tentativa de desenvolver a mediunidade de um Doutrinador nato como médium de incorporação, por seus plexos inferiores, leva a conseqüências imprevisíveis. Uma das características da civilização atual é a confusão entre os planos vibracionais tão diferentes: o plano transitório da alma, que é produzida, como o corpo, a cada encarnação, e o plano transcendental do espírito, que é sempre o mesmo. Cada um desses planos se manifesta em nosso campo consciencional de modos totalmente diferentes, e o Doutrinador sabe como agir e interagir de forma objetiva em cada plano, fazendo disto a base de sua missão, isto é, transformando sua personalidade num instrumento de ação do seu espírito, de sua individualidade, exercendo plenamente suas funções mediúnicas, que visam a ligação dos Planos Superiores com a Terra. Quando falamos da Doutrina do Amanhecer (*) vimos que ela se dedica à prática dos aspectos objetivos do Sistema Crístico, ligando seus campos vibracionais aos planos da Terra. Essa é a função do Doutrinador: agir dentro das Leis Crísticas para fazer funcionar o Sistema Crístico na Terra. Mesmo que tenha dificuldades para ler estas Leis nos Evangelhos, aprenderá através de sua mediunidade. Neste ponto reside toda a trajetória do médium Doutrinador. Se ele se dispuser a ser apenas um medianeiro, um intermediário de um Sistema vivo e atuante, exercendo plenamente o amor, a tolerância e a humildade, certamente se tornará um Doutrinador propriamente dito. Mas, se quiser apenas manter-se no plano de sua personalidade, preso a conceitos e preconceitos, submisso aos anseios da alma e do corpo, não será, jamais, um Doutrinador - apenas um médium desperdiçado. O Doutrinador não tem outra escola que não seja a própria vida, suas lições pacientemente aprendidas no Templo, no lar, em seu local de trabalho material, na rua, enfim, onde estiver, aprendendo a aplicar o Sistema Crístico corretamente em cada acontecimento, o que significa decidir sobre a forma, a intensidade e a duração dessa aplicação. Por isso é preciso que esteja, permanentemente, alerta e receptivo. Alerta para poder perceber cada detalhe do fato, e receptivo para poder receber a orientação de seu próprio espírito. O Doutrinador não corre atrás da Doutrina. Atento, deixa que a Doutrina chegue até ele. Estabelece seu próprio programa, de forma a não conflitar com o seu padrão de vida, sua cultura e sua disponibilidade, e aprimora sua técnica, isto é, sua maneira de fazer as coisas. O Doutrinador é o guardião do Apará, e por isso a sua responsabilidade é enorme no que diz respeito a mistificações e mensagens com interferências de Espíritos Inluz. Deve aprender a conhecer muito bem as incorporações, pois há inúmeros casos de Espíritos das Trevas que incorporam sem os sinais do sofredor (enrijecimento muscular, contração das mãos, etc.). Deve saber lidar com as diversas classes de sofredores e obsessores, buscando aplicar sua doutrina corretamente, com amor e propriedade. A Doutrina do Amanhecer é uma Ciência, por isso é necessário que sejam aprendidas suas técnicas de trabalho. Nos menores gestos, desde o seu comportamento no Templo até na aplicação de chaves, passes magnéticos, enfim, em toda sua atividade nos trabalhos e rituais, está envolvida uma refinada técnica, que deve ser bem compreendida e aplicada pelo Doutrinador, para que seja eficaz e eficiente sua participação e, com isso, se sinta cada vez mais seguro. Tia Neiva deu permissão para que o Doutrinador pudesse, em casos de extrema necessidade e excepcionais, desenvolver outros tipos de mediunidade que utilizam somente os chakras e plexos superiores, tais como a psicografia, a vidência, a olfação e a audição, porém sob observação e com a consciência de que essas funções podem prejudicar sua objetividade e sua sensibilidade e acuidade como médium doutrinador.

Tia Neiva



Neiva, mas conhecida como TIA NEIVA cresceu na região da cidade de Jaraguá, norte de Goiás, com sua família. Seu pai, Antônio, sua mãe, D. Sinharinha, e seus irmãos, Nivaldo, José Luís e Linda. Casou-se, aos 18 anos, com Raul Zelaya Alonso, então secretário do engenheiro Bernardo Sayão e com ele teve 4 filhos: Gilberto, Carmem Lúcia, Raul Oscar e Vera Lúcia. Ficou viúva aos 22 anos e, sem recursos, buscou atividades comerciais para sobreviver - abriu o Foto Neiva, em Ceres, trabalhou como costureira, agricultora e, por fim, aprendeu a dirigir e se tornou, até onde sabemos, a primeira motorista profissional do Brasil.
Com seu caminhão e seus filhos a tiracolo, percorreu diversos estados brasileiros, atuando como fretista ou mascate, até fixar-se em Goiânia e receber o convite, por parte de Bernardo Sayão, para trabalhar na construção de Brasília. Mudou-se para a Cidade Livre (atual Núcleo Bandeirante), onde, tempos depois, teve despertada a sua mediunidade.
Em 1958 deixou o Núcleo Bandeirante, onde começara sua missão espiritualista, e junto com seus filhos Gilberto, Carmem Lúcia, Vera Lúcia e Raul, e mais cinco famílias espiritualistas, fundou, em 8 de novembro de 1959, a União Espiritualista Seta Branca - UESB, na Serra do Ouro, próximo a Alexânia (GO).
No templo iniciático, pacientes eram atendidos pelos médiuns que ali residiam, em construções de madeira e palha. Tia Neiva mantinha ali, também, um hospital e um orfanato com cerca de oitenta crianças. Plantavam, faziam farinha para vender e pegavam fretes.
Em 9 de novembro de 1959, Tia Neiva ingressou na Alta Magia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em 1964 mudou-se para Taguatinga, onde funcionou a Ordem Espiritualista Cristã. Neste mesmo ano Tia Neiva foi internada por causa da tuberculose.
Após longa busca, Tia Neiva e seu grupo chegaram a Planaltina (Distrito Federal), em 9 de novembro de 1969, onde fundou o atual Vale do Amanhecer.
Hoje, o Vale do Amanhecer conta com cerca de 1 milhão de médiuns, atuantes em cerca de 650 templos no Brasil e em outros países.

“Jesus! No descortinar desta missão, sinto renascer o espírito da verdade na missão que me foi confiada: o Doutrinador!
É por ele, e a bem dele, que venho, nesta bendita hora, Te entregar os meus olhos.
Lembra-Te, Senhor, de protegê-los até que eu, se por vaidade, negar o Teu santo nome, mistificar a minha clarividência, usar as minhas forças mediúnicas para o Mal, tentar escravizar os sentimentos dos que me cercam ou quando, desesperados, me procurarem. Serei sábia, porque viverás em mim!”

Tia Neiva, Juramento, 1.5.58)


segunda-feira, 17 de março de 2014

O filho Pródigo



Quando ouvimos a parábola do filho pródigo, no Evangelho Lucas 15; devemos entender que pela nossa ignorância, Jesus utilizava estas histórias simples. Para melhor entendermos o que esperava de cada um de nós e simplificava o reino dos céus, não querendo que nós decifrássemos os planos, como tudo funciona, mas que conhecêssemos a nós mesmos, a nossa essência, até as escolhas são nossas, mas aqui, enquanto estamos caminhando neste plano físico, quando o véu se abre tudo será o reflexo do que fomos.
Trazendo esta parábola para tempos atuais, por que ela é atual, todos estamos numa jornada, sem exceção, nos foi dado a oportunidade que pedimos e as coisas que precisávamos e partimos, assim é para todos, e onde estamos em qual parte desta parábola estamos vivendo?
A parte de se deleitar na vida sem conduta, desrespeitando nosso corpo físico com os vícios, perdendo a moral e os princípios com a vida profana deteriorando o padrão vibratório, impregnando nossa alma com estas energias pesadas, transitórias, distrações da terra, ou quem sabe já estamos nos desesperos do arrependimento, sem esperanças, nos encontrado sem saída, com fome sede, frio, ou seja, sem amigos verdadeiros, pensando em tudo que podia ter feito e não fez as oportunidades perdidas? Talvez alguns graças a Deus procuram voltar a sua origem, buscam de novo um ponto de partida, chegam arrasados em um templo, uma igreja, despedaçados, com vícios, só querendo encontrar a si mesmos de novo, E o Pai os recebe, vendo em cada um, a possibilidade de começar de novo, de cumprir sua missão, as Dores não vem do céu e sim de nossas próprias falhas, somos frutos de nossas escolhas e felizes são aqueles que se reencontraram com sua casa, seu lar físico,  mais ainda aquele que se reencontrou com seu lar espiritual.
“Assim na terra como no céu” diz a prece, quantos filhos rebeldes depois de saírem por aí neste mundo, caem na vida trazendo amargura aos pais, que lhe deram tanto amor vão ao limite e quando estão perdidos, sem nada, começam a lembrar de casa onde tinham tudo, o calor humano, o amor incondicional, estavam seguros, e com vergonha bate à parte de casa sem saber como será recebido e aqueles pais, choram de alegria e o abraçam, o mesmo ocorre na vida espiritual nossa o mesmo filho, vai mergulha na vida e Deus paciente aguarda respeitando o livre arbítrio de cada um, e aguarda como um pai aquele filho
                 Esta parábola descreve claramente o que é um homem na terra em todos os tempos, é uma jornada, com realizações, frustrações, perdas, alegrias, amores, em cada instante uma decisão, um aprendizado, neste planeta a cada instante, alguém chega, alguém parte, é cada um com sua caminhada, haverá sempre a alegria de quem chega, e a saudade de quem partiu.

Salve Deus!!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Mediunidade sob a ótica do Vale do Amanhecer




MEDIUNIDADE SOB A OTICA DO VALE DO AMANHECER
Com essência espiritual, a mediunidade tem o objetivo do resgate cármico, correção dos vários erros praticados em vidas passadas, sendo um conjunto de forças que se manifesta no ser encarnado, emanando do corpo físico e agindo em conjunto com o mecanismo psicofísico, mas com padrão vibratório muito mais elevado e mais rápido.
A glândula pineal (*) se constitui na sede fisiológica dos fenômenos da mediunidade, dela partindo o controle dos demais centros energéticos. Centro do hiperconsciente é a responsável pelo nosso sexto sentido, captando e selecionando forças através de sua percepção extrassensorial, sendo seu funcionamento aprimorado pelo desenvolvimento mediúnico.
De acordo com seu desenvolvimento, a glândula pineal permite maior ou menor capacidade das percepções extrassensoriais, variando de indivíduo para indivíduo, determinando grande variedade na manifestação mais comum das diversas mediunidades:
1) a curadora - procede à cura pela força emanada dos chacras das mãos;
2) a vidência - quando se vê alguma coisa que está acontecendo em outro lugar; a telepatia - comunicação somente pelo pensamento;
3) a audiência - quando se ouve alguma informação que não está sendo transmitida neste plano;
4) a precognição ou premonição - ciência antecipada de fatos que ainda vão acontecer;
5) a retro cognição - conhecimento de fatos passados, até mesmo de outras reencarnações;
6) a psicocinésia - movimentação de corpos físicos pela emissão de ondas mentais; e
7) a psicofonia ou incorporação - manifestação de um espírito através do médium.
Dentro da ideia de energia (*), nosso corpo físico está equipado com sensores para distinguir fenômenos em cinco faixas de vibrações: olhos, captando luz e cores; ouvido, captando sons e ruídos; o nariz, captando os aromas; a língua, captando e distinguindo os sabores; e a pele, sentindo frio ou calor, rigidez ou maciez, formas, enfim, tudo o que podemos avaliar pelo tato. Todas essas sensações estão ligadas ao plano físico.
O sexto sentido - a mediunidade - é a nossa relação com outras dimensões, fora dos nossos conceitos limitadores de tempo e espaço.
Existem, na Bíblia, inúmeros testemunhos de fenômenos mediúnicos. Para citar apenas um, encontramos em Ezequiel (Cap. 2 e 3) uma audiência: "Esta voz me disse: Filho do Homem põe-te em pé e falarei contigo. Então, entrou em mim o Espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé, e ouvi o que me falava..." e se seguem grandes orientações para o profeta.
Quando reencarna, o espírito traz geralmente sua missão, obrigando-o a desenvolver e utilizar sua mediunidade, que pode ser cármica, quando ela atua como fator de equilíbrio dos conflitos da personalidade, ou espiritual, refletindo a obra do espírito, como missionário do Sistema Crístico, colaborador da obra divina.
Os átomos formam moléculas e estas, por ações específicas, constituem os componentes dos três reinos da Natureza, diretamente ligados à resultante das ações das forças de atração e de repulsão que agem na organização molecular. Isso gera um campo magnético que permite o contacto com seres de diversas naturezas em situações geralmente muito especiais.
Quando não há condição deste contacto ser físico, o Homem aprendeu a deixar um pouco sua consciência do plano físico e penetrar num estado mais individualizado, ao qual denominamos transe, em que a força gerada por seu campo magnético - a mediunidade - pode agir mais intensamente, porque está livre das limitações da consciência. Fluindo através dos chacras (*) e até dos poros, o fluido magnético faz a ligação entre os três grandes geradores vibracionais do Homem: seus órgãos, seus plexos e os chacras. 
Podemos chamar o  sistema nervoso (*) simpático ou autônomo de passivo e o parassimpático de ativo, para facilitar o entendimento dos dois tipos de mediunidade em nossa Corrente do Amanhecer:
1) a do Apará, o médium de incorporação, está baseada no sistema nervoso passivo, com base no plexo solar, tendo natureza passiva, orgânica e anímica, onde a vontade e a consciência pouco ou nada atuam, uma vez que o ser que se comunica entra em contacto direto com seu sistema nervoso e assume parcialmente o controle mental do médium, fazendo a sua comunicação, que tanto mais perfeita será quanto menor for a parcela de consciência do médium; e
2) a do Doutrinador, que funciona com base física, no sistema nervoso ativo, feita pelo processo cerebral, pela sensibilização do sistema endócrino, centrado na glândula pineal, com predomínio da consciência e da vontade, fazendo com que passasse a existir um transe mediúnico totalmente consciente.
A mediunidade é um fenómeno natural, de natureza igual em todos os seres, e varia em teor, quantidade e forma de uma pessoa para outra, fazendo com que não existam dois médiuns iguais. Pode, até mesmo, ficar latente, contida pelo desenvolvimento cultural e religioso daquele que a contém.
O médium é o intermediário, o que faz a ligação entre o que é objetivo e o subjetivo, o que, pela intuição e ligações mais refinadas, liga um plano a outro, o que permite o intercâmbio entre o mundo material e o mundo espiritual. Trata-se de um dom natural e comum, tendo ocorrido, na História da Humanidade, de forma ostensiva, mas sempre tratada com visão deturpada como sendo manifestação do sobrenatural, fruto de milagres ou sob aspeto supersticioso. 
Na nossa Doutrina, a mediunidade é vista como um fato natural, real e comprovável em qualquer pessoa. 
A base da mediunidade é uma energia subtil que se origina na corrente sanguínea e se volatiliza pelo sistema nervoso. Todos os seres humanos são médiuns naturais, manipulando essa energia de forma subconsciente e controlada apenas pelos seus sentimentos e pensamentos.
Todavia, há casos em que esse controle escapa à vontade do indivíduo, conduzindo-o a uma vivência negativada, marcada por doenças, desânimo, desajustes sociais e desequilíbrio emocional, ou, num outro extremo, à exacerbação religiosa. A ideia da mediunidade é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde, que no seu manual DSM IV, recomenda aos clínicos que devem ser muito cuidadosos ao tratarem de casos em que o paciente alega estar ouvindo ou vendo espíritos de pessoas desencarnadas porque isso não se liga a qualquer processo patológico.
Muitos cuidados devem se ter com a mediunidade, destacando-se como muito importante a forma de ser conduzida e desenvolvida. O médium capta vibrações dos planos espirituais e manipula essas energias com  seu magnético animal, produzindo poderoso fluxo energético. Dependendo de sua consciência, deve começar a aprender a usar esse poder, integrando-se a uma corrente na qual se sinta harmonizado, participando ativamente dessa corrente, seja ela positiva ou negativa, isto é, esteja ou não integrada no Sistema Crístico.
O desenvolvimento mediúnico deve ser feito com consciência, trabalho, estudo, abnegação e amor.
Nada acontece rapidamente, na Terra. O médium inquieto, apressado, precipitado, desejoso de logo transmitir as mensagens do Céu antes de chegar ao seu ponto de preparação, é candidato ao desequilíbrio e às perturbações da mente.
Com boa vontade, o médium procura no Evangelho as luzes das aulas do Divino e Amado Mestre Jesus, aprendendo a servir com tolerância, humildade e amor, despertando todo seu potencial mediúnico, que lhe dará a oportunidade de resgatar erros transcendentais e corrigir suas próprias deficiências e desajustes, fazendo da sua mediunidade instrumento de sua reabilitação.
Na Doutrina do Amanhecer só levamos em consideração dois aspetos da mediunidade: a de incorporação, o médium APARÁ, força vibratória, que incorpora uma entidade; e a do DOUTRINADOR, força básica de sua manifestação silenciosa, porém concreta, em perfeita sintonia com os planos espirituais. As demais formas de mediunidade - psicografia, vidência, audição e outras - podem existir, mas não são desenvolvidas, por estarem sujeitas a interferências e outros riscos desnecessários, já que lidamos com grande quantidade de médiuns e, por nossas Leis, não são usadas em nossos trabalhos.
No início do desenvolvimento é  revelada ao médium a definição da mediunidade de que é portador (veja TRIAGEM) e começam a lhe ser dados ensinamentos básicos - técnico, doutrinário e místico - objetivando aumentar o potencial energético do médium e diminuir a distância entre sua individualidade e sua personalidade.
Não têm as entidades permissão para revelar a mediunidade de alguém, como alegado por alguns após passarem no atendimento dos Tronos. Tia Neiva sempre nos alertou para isso, dizendo que, quando acontece, trata-se de uma interferência, pois só Deus e aquele próprio espírito encarnado sabem da sua mediunidade. Para evitar esse problema, o Doutrinador deve estar sempre atento às comunicações.
Apenas, para preparar corretamente o plexo de médiuns que hajam passado por outras correntes, pode ser necessário que ele permaneça algum tempo como Doutrinador e, depois de equilibrado, assuma sua verdadeira condição como médium de incorporação.
Os médiuns desenvolvidos apreendem mais pela sua percepção mediúnica do que pelas suas qualidades psicológicas ou culturais. A assimilação da Doutrina depende das situações individuais e cada um aprende à sua maneira.
Embora saibamos que existem inúmeras manifestações mediúnicas em crianças e adolescentes, muitas das quais se apresentam como verdadeiros fenômenos, consideramos que a mediunidade é uma força que se modifica com a idade e, na Doutrina do Amanhecer, temos o maior cuidado em conter os fenômenos que se apresentam precocemente, pois até cerca dos 18 anos o magnético animal age no desenvolvimento do plexo físico - o corpo - e o desenvolvimento ou o trabalho precoce, antes dessa idade, pode gerar deficiências físicas pelo desvio da ação do magnético animal. 
A mediunidade se renova e reativa pelo trabalho. Por isso, a constância no trabalho mediúnico é importante, pois o médium vai se fortalecendo e aprimorando, ampliando seus limites e seu poder de ligação.  O médium que é inconstante, que se deixa levar pela preguiça ou pouco caso, não consegue a confiança dos Mentores e nem a dos pacientes.
Depois de considerado apto após o Desenvolvimento (*), o médium do Amanhecer recebe sua consagração na Iniciação (*), e passa a atuar ativamente na Lei do Auxílio, caminhando para obter novas consagrações - Elevação de Espada (*) e Centúria (*) - que irão aumentar seu potencial e sua responsabilidade.
O ser humano não é estático, e está alterando constantemente seu padrão vibratório, de acordo com as influências a que está sendo submetido. Isso influi em sua mediunidade, que pode ser apresentar ora de uma forma, ora de outra. Vale lembrar que é um fenômeno natural, mas que está se expandindo na Terra, na medida em que se aproxima o novo ciclo do nosso planeta, cumprindo a profecia de Joel, que lhe revelou o Senhor: “Nos últimos dias derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos mancebos terão visões e os vossos velhos sonharão sonhos!”.
O médium vai aprendendo a controlar sua força, a manter seu equilíbrio e a se harmonizar com a Corrente, em perfeita sintonia com seus Mentores, e sabendo isolar sua individualidade dos problemas da personalidade. Como um raio de luz que atravessa um copo de água, que se dilui na medida em que a água se agita, a força mediúnica flui através da mente, sendo, assim, necessário que esta esteja em calma para que possa aquela força fluir e agir mais efetivamente. O médium, com sua mente equilibrada, consegue a realização de fenômenos de cura desobsessiva, bem como sustenta a perfeita execução dos trabalhos.
O conhecimento e a utilização da força mediúnica devem compreender o reconhecimento da existência do espírito para que seja autêntica e não simples exteriorização da personalidade do médium. Outra atenção é com a natureza das forças que são intermediadas, porque a mediunidade é de natureza neutra, podendo ser utilizada para o Bem e para o Mal, de acordo com a formação do médium e a polaridade em que é trabalhada. Por isso, nossa Mãe Koatay 108 sempre nos advertiu que a mediunidade é uma lâmina de dois gumes – o Bem e o Mal – e deveríamos sempre ter muito cuidado com sua utilização.
Quando o médium se desenvolve apenas sob o aspeto fenomênico, alheio ao Sistema Crístico, suas qualidades ou defeitos são ressaltados, tornando-o simplesmente o intermediário entre ele e o mundo que o cerca, manipulando tão somente forças horizontais, não construtivas, e que podem tornar-se destrutivas.
Torna-se o que denominamos médium psíquico, aquele que dá vazão apenas a conceitos, ideias e conselhos de sua própria personalidade ou influenciados por espíritos de camadas muito próximas da Terra - o mundo (*) invisível - ou até mesmo intra terrestres, gerando forças somente transformistas e não criativas.
Quando o médium desenvolve sua mediunidade dentro de um planejamento e esclarecimento doutrinários, começa a se harmonizar com sua linha cármica, aprende as emanações e anseios transcendentais de seu próprio espírito, muda suas perspectivas, sua visão de vida e seu comportamento, passando a ter convicção de seus princípios e uma visão mais abrangente do Universo que o rodeia.
Dentro da Doutrina do Amanhecer, uma Doutrina Crística, sua vida se equilibra e passa a irradiar segurança e simpatia, atraindo para si as emanações dos Planos Superiores, de seus Mentores, e passa a ser seguro instrumento de ação dos Espíritos Superiores que, através dele, processam curas e libertações, levando alívio e esperança àqueles que por ele são atendidos.
Assim, deve o médium preocupar-se sempre com seu equilíbrio, evitando as crises depressivas ou se envaidecer. Não pode estar bem se estiver levando vida desregrada, sem conduta doutrinária nem controle emocional, fora dos parâmetros morais, distanciando-se de seus compromissos. Na medida em que se afasta da sintonia com a Espiritualidade, seus Mentores se afastam dele. Se mergulhado em estados depressivos, se consome álcool ou tóxicos, sua emanação se torna negativa, venenosa, atingindo a todos que o rodeiam. Se cair no abismo da vaidade, sentir-se-á abandonado e desprezado quando for atingido e dominado pelas forças negativas dos irmãos das Trevas.
Existem hormônios psíquicos que permitem a sintonia entre dois seres. Produzidos pela glândula pineal, a qualidade ou padrão vibratório desses agentes está diretamente dependente da conduta doutrinária do médium. Por isso, deve um médium não só se preocupar com seu desenvolvimento, com o aperfeiçoamento de sua mediunidade, mas, principalmente com a melhoria de seus atos e de seus pensamentos, buscando sua reforma íntima, livrando-se de vícios e corrigindo seus defeitos. 
O médium da Corrente que se tenha afastado por longo tempo, ao retornar deverá passar pelos grupos do Desenvolvimento, para adquirir confiança e equilibrar seus plexos.
É comum, principalmente com Doutrinadores, o surgimento de aspeto que indicam a mudança da mediunidade. Nestes casos, o médium deve buscar o Coordenador do Desenvolvimento, no Templo-Mãe, ou o Presidente, nos Templos do Amanhecer, para nova verificação de mediunidade.
Na reunião de 01/07/03, com os Sub-Coordenadores e Presidentes, continuando a implantação dos trabalhos unificados, ficou estabelecido, pelo Trino Ajarã, o seguinte:
NOVA VERIFICAÇÃO DE MEDIUNIDADE
·                     Nos casos em que haja, no decorrer do desenvolvimento, sintomas que configurem alteração na sua mediunidade, o médium deverá ser apresentado, pelo instrutor, ao Coordenador do Desenvolvimento, que adotará as medidas adequadas para solucionar o problema.
·                     Se o médium já tiver suas consagrações em um tipo de mediunidade - Apará ou Doutrina - deverá fazer todas as aulas do Desenvolvimento em sua nova condição, fazendo, também, se for o caso, as aulas para Iniciação e, a critério do Coordenador do Desenvolvimento, para sua Elevação de Espada. Não precisa das demais aulas, sendo providenciada pelos mestres Devas a respectiva alteração de sua emissão e atualização de suas classificações.

·                     Quero deixar bem esclarecido que os médiuns não devem se preocupar com o número de pessoas que entram e saem da Corrente”.
É natural que quando o Homem descobre suas faculdades mediúnicas corra para o Vale do Amanhecer. Chega até a incorporar, a fazer Iniciação e usar o escudo iniciático, etc.
Sua mente, porém, não está preparada e seus chacras não chegam a ser desenvolvidos. Com isso, ele se desliga e vai embora.
Não se preocupem: com a mesma euforia que entram, eles saem!
Aos poucos eu irei explicando isso a vocês.
Aqui só ficará quem tiver convicção, pois Pai Seta Branca prometeu desenvolver sua tribo para o Terceiro Milênio. Por isso, só ficará aquele que é realmente um escolhido. Os que se vão nada perdem, pois, com essa breve passagem, conseguem aliviar seus carmas parcialmente, e são ajudados. ”  (Tia Neiva, 9.6.74)

·                     Falamos muito de consciência ou peso de consciência”.
No entanto, é preciso constância, o que mais falta ao Homem, e também ter a razão do tempo, na Terra e no Astral.
No interior psíquico, damos vazão à casualidade, pelos insultos transtornando a mente. E os infelizes estados alucinatórios, sem saber, vão integrando as margens da esquizofrenia. São frequentes os fenômenos de vozes, visões, de alucinações que a própria esquizofrenia produz.
“Esquizofrenia, efeito da mediunidade, isto sim, alterações relacionadas com o sistema nervoso em relação ao mecanismo são as mais frequentes, as mais perigosas, nos fenômenos alucinatórios.” (Tia Neiva, 4.10.77).

·                     Cheguei no Canal Vermelho muito preocupada com um caso que pensava não ter solução: eu estava observando uma alterações no campo psíquico de um filho que dispunha de psicanalista para se equilibrar”.
Sua mediunidade forte não dava razão para tal desequilíbrio. O psicanalista já estava entrando na psique do médium, a ponto de, mediunicamente, o prejudicar, afirmando que o seu desequilíbrio estava no fator espiritual.
Como o médium Apará pode ser influenciado por um Doutrinador! E, no caso deste psicanalista,  tudo perigava para o médium. “Começavam as dúvidas das coisas que são as mais belas e que encontramos nos grandes médiuns, a força espontânea na região psíquica que chamamos delírio extrassensorial efetivo dos grandes médiuns.” (Tia Neiva, 16.3.78).

·                     Tudo deve ser silenciosamente, pelos movimentos psíquicos de cada faculdade mediúnica. Esta, uma vez desenvolvida, nos permite modificarmos nossa natureza, vencer todos os obstáculos, dominar a matéria e até vencer a Morte, Natacha!” 
(Tia Neiva, 10.6.79)

·                     Temos por missão nos tornarmos um instrumento eficiente, tanto no sentido passivo como ativo, curando o nosso próprio centro nervoso físico, afetivo, mental e espiritual, até tomarmos a verdadeira consciência de nós mesmos.
Sim, filho, o Homem que se conhece a si mesmo é forte e inquebrantável.
Filho: a verdade, na concepção do Homem, jamais existiu.
“É, portanto, que a condição da Morte resulta do comportamento da Vida.” (Tia Neiva, 19.9.80).

·                     Sabemos que existem muitas mediunidades, porém o Doutrinador e o Apará são a base para seguir a missão”. Sem o desenvolvimento de um desses aspetos, nada é feito no plano iniciático.
Muitas vezes vejo-me e, situações difíceis, para depois ver um médium se acomodar. acomodando-se em sua mediunidade.
Todo Homem tem sua missão na Terra e, geralmente, vem com seu plexo aberto para cada missão. É possível, também, completar seu tempo em uma e se voltar para outra missão, com muito cuidado, porque cada desenvolvimento desenvolve, também, o seu plexo nos três reinos de sua Natureza. Naturalmente, é desenvolvido de acordo com a sua missão. (...)
O médium desenvolvido não deve ficar muito tempo fora da Lei do Auxílio, pelo perigo de adoecer. O trabalho e os seus sentimentos são o que alimentam todos os casos do sistema nervoso. O veículo do recebimento desta força armazenada no centro apropriado - que é o plexo - emite, também, nos órgãos internos, segundo sua necessidade momentânea, na concentração das forças centrífuga e centrípetas. (...)
É reparado que as Iniciações são bem diferentes: cada mediunidade é regulada à sua faixa, que são,  também, as doze chaves do Ciclo Evangélico Iniciático, após receber o mercúrio significativo, sal, perfume e mirra.
Tal é a origem desta tradição cabalística que compõe toda a Magia em uma só palavra:  Consciência!”(Tia Neiva, 27.10.81)

·                     Todos nós temos na vida uma oportunidade de evolução. Esta oportunidade pode vir em um grande amor ou vem, muitas vezes, em uma grande dor.
·                     Deus, em sua grandeza, fez o Homem com sua mediunidade. Sim, o Homem médium. A mediunidade é um fator biológico. Ela corre no sangue, no coração, em se tratando de um Homem médium transcendental, que é o Homem de muitas experiências.
 Sabemos que temos médiuns com os três reinos de sua natureza simetricamente bem divididos, e esta força lhes dá a faculdade de receber um Espírito de Luz e até mesmo um Anjo do Céu.
Esse médium, esse Homem, vive em todas as partes – nos bares, nas vias públicas, em um lado ou noutro sempre encontramos esse homem!
Mil vezes encontramos esse Homem que não quer se preocupar com sua origem transcendental e que, sofrido, não pode reclamar por isso.
Porque Deus, em sua figura singular, vive a Sua presença em todos os instantes de nossas vidas, por todos os cantos do mundo. Em tudo há a Presença Divina!
No entanto, estamos às portas de uma grande abertura luminosa, que somente este Homem de bagagem transcendental é capaz de assumir, porque só ele é capaz de conduzir e salvar os que vão restar...
Dentre esta grande maioria, vejo que irão sobrar muito poucos!
O Homem que tem os três reinos de sua natureza simetricamente divididos é o MISSIONÁRIO DA ÚLTIMA HORA, vindo de mil experiências no mundo, e por isso capaz de assimilar o desenvolvimento espiritual desta época.
Porém, enquanto não chega este dia, que não sabemos quando com exatidão, vamos assumindo o trato que fizemos: AMOR, TOLERÂNCIA e HUMILDADE, principalmente nesta jornada que estamos enfrentando. (Tia Neiva, 14.8.84)